segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Descobertas Arqueológicas à Favor do Cristianismo


Descobertas Arqueológicas à Favor do Cristianismo


Descobertas Arqueológicas à Favor do Cristianismo

Ao longo dos anos, novas descobertas arqueológicas trazem à tona a veracidade de alguns relatos bíblicos e fortificam a possibilidade da existência da mais importante figura do Cristianismo: Jesus Cristo.

Veja algumas destas descobertas:

1. Túmulo do Apóstolo Filipe:

                Em 27 de Julho de 2011, de acordo com a agência turca Anadolu, o professor italiano Francesco D’Andria, no comando da exploração, afirmou que fora encontrado na cidade turca de Pamukkale, antiga Hierápolis, o túmulo do apóstolo Filipe.
                “Há anos tentamos encontrar o túmulo de Filipe. Finalmente o encontramos entre os escombros de uma igreja que escavávamos há cerca de um mês”, explicou o arqueólogo.
                Filipe foi um apóstolo de Cristo e mártir. Pregou o Evangelho na Palestina, Grécia e na Ásia Menor. Acredita-se que morreu crucificado de cabeça para baixo ou decapitado em Hierápolis em 80 D.C.





2.  Ossuário de Tiago, irmão de Jesus:

                Em Outubro de 2002 foi anunciado que uma caixa funerária que se acreditava ser do apóstolo Tiago havia sido descoberta. A caixa tinha uma inscrição que dizia, em aramaico, “Tiago, filho de José, irmão de Jesus”. A legitimidade da caixa foi posta em xeque por mais de cinco anos. Acreditava-se que o trecho “irmão de Jesus“ era falso uma vez que naquele tempo costumava-se imprimir no caixão do indivíduo morto apenas a filiação. Contudo, especialistas no teste de carbono-14 afirmaram que a inscrição do nome de Jesus era antiga e, consequentemente, verdadeira.
                Tiago, o Bispo de Jerusalém, morreu em 62-69 D.C.

3. Ossuário da Família Que Condenou Jesus:

                Arqueólogos israelenses descobriram uma caixa funerária pertencente à família do sacerdote que comandou o julgamento de Jesus. O artefato de pedra data do primeiro século da Era Cristã e tem em torno de 2000 anos.
                A inscrição no ossuário diz, em aramaico, “Miriam [Maria], filha de Yeshua [Jesus], filho de Caifás, sacerdote de Maazias de Beth Imri”. Caifás foi o sumo sacerdote do Templo de Jerusalém que, segundo as Escrituras, participou do julgamento de Jesus.
                O governo israelense afirmou que a peça estava nas mãos de traficantes de antiguidades, o que dificulta o estudo de seu contexto original. Mas a sua autenticidade já foi provada.

4. Primeira Prova da Existência da Belém Bíblica:

                Arqueólogos israelenses anunciaram em 23 de Maio de 2012 a descoberta de um selo feito de argila com a inscrição “Bat Lechem”, que pode ser a primeira prova da existência de Belém na época descrita na Bíblia.  Trata-se de uma esfera de argila que se usava para carimbar documentos e objetos. A peça foi encontrada nas escavações da Cidade de Davi, situada no povoado se Silwán, no território ocupado de Jerusalém Oriental.
                O descobrimento remete a uma época posterior, a do Primeiro Templo Judeu (1006-586 a.C.), citada no Antigo Testamento como parte do reino da Judeia.
                “É a primeira vez que o nome de Belém aparece fora da Bíblia em uma inscrição do período do Primeiro Templo, o que prova que Belém era uma cidade no reino da Judeia e possivelmente também em períodos anteriores”, assinalou o responsável pelas escavações, Eli Shukron, em comunicado.


Fontes:
Túmulo do Apóstolo Filipe:

Ossuário de Tiago, irmão de Jesus:

Ossuário da Família Que Condenou Jesus:

Primeira Prova da Existência da Belém Bíblica:

E tem gente que insiste em dizer que nosso deus não existe.

Um dia todos irão ver e acreditar!

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