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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Pokémon Go: 3 perguntas que o cristão deve responder antes de instalar


O famoso jogo, que já estava funcionando em alguns países do mundo com muito sucesso, chegou ao Brasil. O famoso Pokémon Go. Logo milhares de downloads foram feitos e o jogo virou febre também aqui no Brasil. Na mesma velocidade começaram a surgir aquelas teorias de que o jogo é do diabo, de que as formas dos bichinhos lembram monstros e monstros remetem ao demônio, que as pessoas iriam ser influenciadas pelo mal assim que instalassem o jogo, que o nome do jogo é uma menção a coisas demoníacas etc., etc. São tantas as teorias que fica até difícil de acompanhar…
Por causa disso recebi dezenas de mensagens perguntando o que eu achava disso tudo, se o crente deveria ou não instalar esse jogo, se era do diabo, etc., etc. Resolvi então compartilhar algumas perguntas que eu uso para ver se algo é ou não relevante para minha vida. Essas perguntas se aplicam muito bem à instalação de aplicativos e jogos (Não só o Pokémon Go, mas qualquer um). Vamos então refletir juntos:

3 perguntas a responder antes de instalar o Pokémon Go (Ou qualquer outro APP)

Pergunta 1 – Por que eu quero instalar Pokémon Go?

A primeira pergunta é bem simples. Você pode querer instalar e jogar porque todo mundo está jogando, porque um amigo indicou, porque viu um site dizendo que o jogo é bem legal, porque o jogo já tem mais de 50 milhões de downloads (se tanta gente baixou é porque deve ser bom?), enfim, por curiosidade mesmo, desejo de conhecer. Como não temos nada que desabone uma instalação do jogo para conhecê-lo, vá para a próxima pergunta.

Pergunta 2: Há algum problema em instalar logo o jogo?

Não, instale o jogo agora. E, em seguida, siga para a orientação bíblica dada por Paulo: “julgai todas as coisas, retende o que é bom” (1 Tessalonicenses 5:21). Isso significa que você passará por um tempo de avaliação. Fique tranquilo, o diabo não vai te aprisionar e te hipnotizar. O objetivo de “julgar” algo é avaliar (racionalmente) se aquilo contribui de maneira positiva para sua vida e mereça permanecer nela. Mas, cuidado: Não seja levado pelas emoções e pelas influências. Use a sua razão para fazer uma avaliação sincera, objetiva, afinal, Deus te deu uma mente para você usar, não é verdade?

Pergunta 3 – O que devo avaliar no Pokémon Go?

Alguns instalaram o jogo e ficaram procurando alguma mensagem subliminar do mal, ou se algum bichinho tinha chifre e se parecia com o diabo. Não procure essas coisas. O diabo não é bobo, não é nessas coisas que ele age. Ele é muito mais esperto do que isso! Você deve avaliar algumas questões muito mais importantes e sérias e que realmente impactam a vida de um servo de Deus negativamente:

a) Esse jogo está me ajudando a me afastar de Deus, me tirando o tempo e o desejo de ler a Bíblia, de orar, de buscar ao Senhor, de evangelizar, de participar da obra, da minha missão de vida? (por incrível que pareça coisas que tomam o nosso tempo negativamente têm o poder de nos levar para longe de Deus).
b) Esse jogo está me levando para longe da minha família e do convívio com meus familiares?
c) Esse jogo está me viciando, de forma que eu só penso nisso, que não vejo a hora de ter um tempo livre só para jogar?
d) As pessoas ao meu redor têm reclamado que eu não dou mais atenção a elas, que só fico no celular e isso tem prejudicado minhas relações pessoais e profissionais?
e) Estou gastando dinheiro que nem tenho, fazendo dividas só para avançar no jogo?
f) Estou correndo riscos, colocando-me em perigos enquanto estou caçando meus Pokémons? (Já vi a notícia de várias pessoas atropeladas, uma que caiu em um rio, e pelo menos 16 mortes até agora por uso incorreto do jogo). Um Pokémon vale a sua vida ou você sofrer um acidente que poderá ser grave?

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Especial "Segredos da Maçonaria" - Quais as principais teorias da conspiração envolvendo a maçonaria?


Teorias da conspiração adoram vilanizar o grupo. Confira algumas delas e julgue você mesmo 
Divindade secreta
Em uma carta de 1884, o papa Leão 13 denunciou o grupo como uma conspiração satânica contra a Igreja Católica. Cem anos depois, o jornalista Stephen Knight usou esse documento e entrevistas com maçons para alegar que eles são, sim, uma seita religiosa. Sua divindade seria Jahbulon, mistura de Jeová (o deus judaico-cristão), Baal (o deus-bode dos cananeus) e Osiris (o deus egípcio da morte)
Será mesmo?
Embora citasse os maçons, a carta papal na verdade era direcionada a todos que se opunham à ligação entre Igreja e Estado – uma tendência que, naquele momento, ganhava força no mundo todo. E, segundo maçons entrevistados por Knight, Jahbulon, que só aparece brevemente no Sagrado Arco Real, é um símbolo da aceitação a membros de diferentes religiões
 Jack, o maçom
O jornalista Stephen Knight também alegava que o serial killer Jack, o Estripador era um maçom de alto grau: Sir William Gull, médico da rainha Vitória. Seus crimes teriam sido ordenados pela cúpula maçônica para acobertar um casamento ilegítimo do Príncipe Albert Victor com a prostituta Annie Crook. Infiltrada na polícia, a maçonaria também atrapalhou as investigações
Será mesmo?
O próprio livro de Knight (que, depois, inspirou a graphic novelDo Inferno, de Alan Moore) já admite que a teoria parece fabulosa demais para ser plausível. Durante anos, outros investigadores do notório assassino de White Chapel apontaram vários “furos” nesse roteiro. O mais importante é que não há evidência alguma de que Sir William Gull era, de fato, maçom
 Delação premiada
O comerciante norte-americano William Morgan teve uma relação turbulenta com o grupo. Depois de um desentendimento na tentativa de fundar uma Loja na cidade de Batavia, em 1826, este suposto Mestre rompeu com a irmandade e prometeu revelar seus segredos em um livro. Desapareceu logo após fazer essa ameaça – supostamente, foi morto pelos maçons de Batavia
Será mesmo?
O sumiço de Morgan pode ter sido exagerado à época para semear um sentimento antimaçom com intenções políticas. Em 1828, o jornalista Thurlow Weed criou o Partido Antimaçom, em oposição ao presidente Andrew Jackson, que fazia parte da ordem. Há também quem alegue que, mesmo que Morgan tenha sido assassinado, sua morte não foi, necessariamente, a mando da ordem

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Especial "Segredos da Maçonaria" - Como é um ritual de iniciação na maçonaria?


A cerimônia que concede o título de Aprendiz envolve desorientação, juramentos e dor física leve 
1. As cerimônias variam de acordo com a Loja e o Rito, mas há alguns elementos-chave na maioria delas. Primeiro, os membros da Loja devem votar se o candidato será aceito. Quem aprova a entrada deve depositar, em segredo, uma esfera branca na urna. Os contrários colocam uma esfera negra. Só com uma urna "limpa" (apenas com bolas brancas) o ritual segue adiante - e imediatamente
2. Num cômodo adjacente, alguém no cargo de Diácono ou de Primeiro Vigilante prepara o candidato. Ele é vendado e tem que estar com o pé esquerdo descalço e o joelho esquerdo, o peito esquerdo e o braço esquerdo descobertos. Amarrada ao redor do pescoço (e, às vezes, do braço esquerdo), uma forca, feita de corda grossa, simboliza o laço que criará com a irmandade
3. Na sala de cerimônias, o Mestre Venerável (que preside a Loja), o Primeiro e o Segundo Vigilantes encenam um diálogo decorado. Então, o responsável pela preparação bate três vezes na porta e traz o iniciante. O Segundo Vigilante encosta a ponta de um compasso no peito dele e diz que a dor física se tornará mental caso revele os segredos da ordem
4. Após uma longa troca de falas com o Mestre Venerável e os Vigilantes, o iniciante é levado pelo Primeiro Vigilante a caminhar ao redor da sala, ou do altar, se houver. O sentido das voltas (se vistas de cima) é sempre horário, simbolizando o movimento do Sol ao redor da Terra (uma herança da crença no geocentrismo). O número de turnos e as palavras proferidas pelo Mestre variam

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Especial "Segredos da Maçonaria" - Como surgiu a maçonaria? Segundo estudos!


Sera uma serie que postarei com 3 Temas sobre a Maçonaria:
Como surgiu a maçonaria? Segundo estudos!
- Como é um ritual de iniciação na maçonaria?
- Quais as principais teorias da conspiração envolvendo a maçonaria?
Tijolinho por tijolinho: o grupo surgiu na Idade Média, mas suas crenças pregam uma história bem mais antiga
1) Filhos de Noé
Diferentes autores maçons traçam o início da mitologia em torno da irmandade a vários pontos da história religiosa. Alguns dizem até que Adão era maçom! A tese mais "aceita" entre eles determina que os descendentes de Noé (o da arca) foram um tipo de "maçons ancestrais", porque, como hebreus, acreditavam em um único Deus criador e na imortalidade da alma - dois preceitos fundamentais do grupo
2) Divididos, cairemos
Ainda segundo a crença maçom, os herdeiros de Noé misturaram-se com diversos outros povos na Torre de Babel. Mas, quando ela desabou, os preceitos da irmandade (chamados de "mistérios") se espalharam para diversas outras religiões, que passaram a praticar, portanto, a "maçonaria espúria". Os hebreus continuaram com a "maçonaria pura"
3) Obra divina
O grande momento lendário maçônico é a construção do Templo de Salomão. Ele simboliza o início da maçonaria como a conhecemos hoje porque uniu brevemente as duas divisões. Os espúrios, que encaravam a maçonaria mais como prática de engenharia, foram os construtores; os puros, que a viam mais como uma religião, foram os sacerdotes do rei Salomão
4) Segredos que matam
O arquiteto Hiram Abif tinha um pouco dos dois grupos: ele organizou a edificação do templo e a criação dos rituais. Ou seja, conhecia todos os segredos. Três operários gananciosos tentaram arrancar esse conhecimento, não conseguiram e o mataram. Essatraição e o sacrifício de Abif para proteger a irmandade são considerados, até hoje, o "big bang" da maçonaria

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Curiosidades: Como são os rituais pós-morte das grandes religiões?


BUDISMO
Após sete dias da morte, familiares e amigos reúnem-se para celebrar a memória do falecido, e esse encontro repete-se em intervalos de sete dias, até o 49º, completando sete reuniões. No Brasil, o mais comum é realizar apenas a última reunião
FESTA AO AR LIVRE
O Obon é uma celebração praticada no Japão ou em colônias japonesas, que acontece em 15 de julho ou em 15 de agosto todos os anos. Famílias enfeitam o templo ou áreas ao ar livre com velas e lanternas coloridas, dançam ritmos tradicionais e rezam para homenagear as pessoas queridas que já se foram
VÁRIOS ANIVERSÁRIOS
Também fazem parte da tradição os "ofícios memoriais", em que a família oferece uma cerimônia para celebrar o falecido. Elas ocorrem nos seguintes aniversários de morte: 1º, 3º, 7º, 13º, 17º e 33º. Nessas ocasiões, os mais chegados leem textos sagrados e relembram como era a relação com o morto
HINDUÍSMO
Após a cremação, a família é considerada impura e deve tomar um longo banho ao voltar para casa. O período de reclusão dura de 7 a 40 dias. Todos ficam em casa, comem só coisas leves, livram-se dos pertences do morto e fazem orações. Durante o período, os familiares não frequentam templos nem o comércio

segunda-feira, 23 de maio de 2016

4 frases perfeitas para destruir o seu casamento


Muitas pessoas falam o que vem à mente antes de raciocinar sobre as feridas que essas palavras podem acarretar. Deixam-se guiar por emoções momentâneas e se esquecem de usar a razão para agir.
“Por que falamos sem pensar nas consequências? ” 
 “Porque estamos frustrados por alguma coisa. Porque sentimos raiva. Porque queremos preencher o vazio. Porque queremos ser engraçados. Porque queremos chamar atenção. Porque queremos dar o troco. Porque queremos tirar uma reação da outra pessoa. Porque somos pobres na comunicação. Porque, na verdade, somos egoístas.”
Infelizmente, nos momentos mais acalorados de uma discussão, alguns casais costumam dizer coisas que vão, aos poucos, matando o amor que existe (ou já existiu) entre marido e mulher.
Veja abaixo 4 exemplos de frases que devem ser evitadas no casamento:
1. Casar com você foi um erro!
Muitos agem como se estivessem num conto de fadas. Casam-se acreditando que o “final feliz” vem logo a seguir. Mas a realidade não é assim., pura e simplesmente, é fruto de trabalho. “Casamento feliz é possível e muito bom, mas dá trabalho. Não é fruto do acaso. Não é automático.”
Portanto, ao afirmar que o erro foi casar, você está se esquivando da responsabilidade de trabalhar diariamente pelo bem do relacionamento.
2. Eu não preciso de você!
A Bíblia afirma que após o casamento “não são mais dois, mas uma só carne” (Mateus 19.6). Dizer que não precisa do outro passa, então, a ser uma inverdade, que faz muito mal para quem escuta.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

4 verdades que talvez você não saiba sobre o livre-arbítrio



Você pergunta: Presbítero, estávamos discutindo aqui na igreja no domingo passado acerca do livre-arbítrio. Alguns irmãos afirmavam que todo ser humano o tem, enquanto outros disseram que não temos mais. Poderia nos fazer um estudo dando embasamento bíblico sobre este assunto?
Caro leitor, o livre-arbítrio do ser humano sempre foi alvo de muita discussão. Alguns creem que temos o livre-arbítrio, outros que não temos. Antes de trabalharmos o que a Bíblia diz sobre essa questão, é importante entender o que é o livre-arbítrio, qual o significado dele e o que significa realmente tê-lo em nossa vida. A definição que, acho eu, melhor explica o livre-arbítrio é esta: ”possibilidade de decidir, escolher em função da própria vontade, isenta de qualquer condicionamento, motivo ou causa determinante”. Feito esta definição de significado, passo agora a mostrar quatro verdades que a Bíblia ensina sobre o livre-arbítrio.

Verdades bíblicas sobre o livre-arbítrio

(1) O ser humano foi criado com o livre-arbítrio

Uma análise da criação de Deus nos primeiros capítulos de Gênesis nos mostra claramente que Deus dotou o ser humano dessa possibilidade de decidir livremente e de forma isenta fazer o bem ou o mal. Como soberano, Deus ordenou ao ser humano que usasse essa sua capacidade de exercer livremente a sua decisão para fazer a melhor escolha: “E o SENHOR Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gênesis 2:16-17). Como o pecado não estava presente, o homem tinha plena liberdade de obedecer a ordem de Deus ou desobedecê-la (como o fez). Isso configura a existência do livre-arbítrio dado por Deus ao ser humano.

(2) O ser humano perdeu o livre-arbítrio

Após a entrada do pecado no mundo, percebemos claramente que a penalidade imposta por Deus em caso de desobediência passa a vigorar. O homem tem diversas perdas, passando a morrer fisicamente e a também estar morto espiritualmente. Essa condição é clara, o homem passa a ser pecador e a não mais ter poder pleno de exercer o seu livre-arbítrio, já que sua natureza agora pende e é inclinada para todo tipo de pecado e maldade. A sequência do livro de Gênesis a partir do capítulo três nos mostra claramente a maldade dominando o ser humano, vemos homicídios acontecendo e pecados de todos tipos sendo praticados.

(3) Mesmo sendo restaurados por Deus, o homem não recupera seu livre-arbítrio

Alguns entendem que após sermos reconciliados recuperamos essa condição de exercer o livre-arbítrio, mas essa não é a realidade que a Bíblia ensina. Mesmo os salvos, sendo alcançados por Deus e transformados, mesmo que busquem diligentemente a santificação, ainda assim são influenciados diretamente pela sua natureza humana pecaminosa, que tira qualquer liberdade isenta de escolher o bem, mas, claro, deve ser resistida com a ajuda de Deus. Veja o que Paulo diz sobre isso: “Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (Romanos 7:19). Isso pode ser visto também na prática, pois, se realmente tivéssemos o livre-arbítrio deveríamos, como crentes, termos a capacidade de não mais pecar pela nossa livre decisão. Deveríamos decidir que não mais pecaríamos e ter condições de cumprir isso, o que não acontece. É por isso que Deus estabelece a necessidade do arrependimento e do perdão para nossa bênção.
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